Como data uma menina na faculdade

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Nice People from past

2020.08.21 17:11 PokerLucky84 Nice People from past

Bom apenas um relato, vou resumir o backgound history que é de suma importância.... quando colocar datas, é para contextualizar a "situação"
2000 - Conheço a Carls
2002 - Entramos para uma federal "perto" de onde morávamos..
2004 - Vamos morar juntos em uma "republica" cada um em um quarto....
2004/2 - No segundo semestre devido a falta de dinheiro vimos que teríamos que rachar um quarto, nesta época rolou "brotheragem" entre eu e a calrs, estávamos Financeiramente fodidos, e a faculdade consumia todo o nosso ser, ja que ela era integral, nos sustentávamos fazendo bicos de garçom e outros)
2007 - conseguimos nos formar, cada um seguiu a sua vida, eu me mudei pra um outro estado, ela voltou para a cidade onde morávamos, Neste 12 anos que ficamos longe ainda mantínhamos o contato, mas a vida cotidiana acaba afastando as pessoas, neste meio tempo ela casou, teve uma filha, divorciou-se mergulhou em uma depressão profunda por anos (onde inclusive foi preciso intervenção para interna-la), ela se recuperou, e algum tempo ja esta reconstruindo a sua vida.
2019/2 - Me recusei a fazer algo inescrupuloso na empresa onde trabalhava por 10 anos, pedi conta, voltei para a cidade natal.
Hoje - Arranjei um novo trabalho no Inicio de 2020, e hoje tenho mais controle sobre todos aspectos da minha vida do que jamais tive morando em SP.
Começa a historia aonde a empresa decide contratar uma outra profissional para ajudar o time B, essa profissional era carls.
A carls é uma mulher de personalidade muito forte, perfeccionista, o que acaba sendo "qualidades" importante para a tarefa que desempenhamos.
No meu time, acabo recebendo muitos novatos e estagiários, pessoal jovem (sim sou boomer) acaba tendo mais energia, e ate a maneira de se relacionar com companheiros de trabalho acaba diferente....
Aqui começa a besteira toda.
antes da quarentena, todo mundo no meu time acabava indo para um happy hour, e de vez em quando carls aparecia, mas as coisas começaram a mudar quando uma guria inclusive é filha de um amigo nosso começou a trabalhar para gente.
Numa dessas compartilho um stories onde a "guria" e o resto do time esta comemorando um importante marca que atingimos. então ela me chama no privado e manda uma mensagem
-Sua esposa sabe disso?
-Ola Carls, Bom dia, sabe de que?
-Voce de rosto coladinho com a varls filha do john.
-ué.... o que que tem isso?
-ela não se importa?
-não, deveria?
-voce tem que se dar o respeito, voce é chefe deles....
(nesta hora pensei em dar uma reposta mais brusca, mas decidi levar o papo na moral.)
-Olha carls, Chefe, é o brals, eles são minha equipe, eles são foda pra caralho no que fazem, são excelente pessoas, não sei porque voce pensa desse jeito, mas não ligo.
-ahh poker(eu), eu nao confio em estagiários, e também não confio em homens...
-pera ai, o que tem uma coisa a ver com a outra.
(neste momento ela da uma pausa longa e depois continuou)
-é realmente isso não é da minha conta, mas se fosse eu, eu não faria isso.
-calrs, que inferno, o que voce esta falando?
(nesta hora eu entendi, só queria ver o que ela iria falar, o negocio pegou foi porque ela achou desrespeitoso eu tirar uma foto com a varls, naquela epoca fiquei sabendo que a varls estava quase namorando com o ex marido da carls, por tabela ela achava que varls estava dando em cima de mim).
-poker voce tem que ter mais cuidado com o jeito que voce trata os seus subalternos (sim ela disse essa palavra), principalmente as meninas, se não vai ser desrespeitoso com sua esposa.
(como eu disse la em cima, minha esposa não se importa, chegamos ao um nivel de confiança um no outro que sabemos aonde estão os limites, nessa hora soltei os cachorros)
-Carls, olha não tenho culpa se por acaso voce casou com fulano e na epoca ele era um FDP que te deu um pé na bunda depois que voce teve depressão, eu não iria me envolver com alguem do trabalho, ou qualquer outra pessoa, não foi porque a gente fodia quando jovem e eramos livres que eu vou repetir esse comportamento aqui, eu acho que voce tem que cuidar da sua vida, nada mais que isso.
nesta hora o selo de nice girl veio.
-nossa voce se acha a ultima bolacha do pacote né? se enxerga filho, eu fui a mulher mais bonita que voce ja ficou.
(realmente ela continua extremamente bonita, mas ela não conseguiu conectar-se a alguem para entender que beleza não faz companheirismo, ou te da força em horas difíceis)
-realmente carls, o problema é que voce não viu que beleza não preenche caráter.
-vc ta me chamando de sem caráter poker.....
(aqui vou poupar voces das coisas que ela me disse, porque algumas são +18, mas é aquele mix, de sempre, sou muito bonita, sua esposa é feia, varls é feia, voce deveria ter me chamado para namorar naquela epoca, sou uma profissional muito melhor que voce, voce esta fardado a ruir).
-carls se voce esta infeliz na sua vida pessoal, olha.... não vem descarregar essas merdas na minha, to na nice, to tranquilo, felizão com o meu trabalho, se vc tem algum problema pessoal com alguem da minha equipe, vai la e fala pra pessoa no pós expediente, desculpe se eu não tive uma vida fodida como a sua, que não tive uma pessoa que me tratou como merda, e que sou realizado profissionalmente, olha vou te tratar normalmente e fingir que isso aqui nunca ocorreu, em respeito pela amizade e todas as merdas que passamos juntos no passado.
- ai voce joga a minha depressão na minha cara como se fosse culpa minha....
(nessa hora eu ja vi que tinha descarrilado o trem, simplesmente relevei e disse)
-caso você não saiba ler, disse para voce não vir descontar suas frustrações em mim, e te dar a dica, o plano de saúde da empresa tem terapeuta ta?! da uma passada lá, porque da pra ver que voce tem uma lista de coisas não resolvidas na sua vida.
Dias depois ela pediu uns dias, hoje teve uma reunião (agora a pouco na verdade) ela se quer me olhou na cara....
PS:Eu tenho os prints dessa patacoada toda, mas tenho quase certeza que a filha dela assiste o luba, e possivelmente conhece o sub.
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2020.07.20 20:04 choco-menta Desilusão amorosa, primeira e única

Olá Lucas, gatas, editores e turma/chat que está a ver. Essa é a história de como o amor me fez de trouxa pela primeira e, até agora, única vez.
Obs.: Todos os nomes que eu cito na história já foram censurados.
O começo dessa história data de junho de 2011. Era o dia da festa junina do meu colégio e eu ainda estava no terceiro ano do fundamental. Os alunos do primeiro até o quinto ano eram convidados a participar das apresentações de quadrilha a troco de um pequeno bônus na nota e uma boa humilhação pública. Para aquele ano, nossa turma ia apresentar aquela clássica performance do casamento e, pra não ser injusta com nenhum par, todos nós que resolvemos participar íamos nos casar. Sendo assim todas as meninas estavam vestidas à caráter, como pequenas noivas — eu inclusa. — e os meninos com um traje estereotipado caipira: calça jeans, camisa xadrez e chapéu de palha.
Antes dos ensaios eu nunca tinha tido muito contato com o meu "noivo", vou chama-lo de João, e o conhecia apenas de vista. No entanto, a dança nos aproximou e ficamos bastante amigos. No final das aulas, enquanto esperávamos que nossos pais fossem nos buscar tínhamos conversas até que produtivas para crianças de apenas oito anos.
Ele foi o primeiro menino que eu cheguei a considerar meu amigo e não demorou muito para que minhas irmãs fanfiqueiras enchessem o meu saco dizendo que aquilo era mais que uma amizade. Se não fosse por elas, minha cabecinha inocente não teria visto nada de errado em casar com o garoto por um dia apenas, mas após as insinuações delas eu passei a enxergar o que tínhamos por outro ângulo e não gostei muito do que vi.
Meu pai sempre foi do tipo protetor, daqueles que diz que namoro é coisa para depois da faculdade e na época eu fiquei apavorada pensando que estava o desobocendo só por ser gentil com o garoto. Foi aí e por conta disso que me decidi: após o casamento, eu ia querer o divórcio.
Na noite da festa eu me concentrei em me divertir e na dança. Mas, mesmo me divertindo à beça, eu ainda sentia que estava fazendo algo de errado e segui firme naquela ideia.
Ficamos cinco anos sem nos falar. O fato de que nunca mais caímos na mesma turma ajudou. Também não tínhamos um amigo sequer em comum. Na real, um dos amigos dele era o Miguel, um menino que praticava bullying comigo e com praticamente a escola inteira. Na época eu considerava bullying porque ele dizia em forma pejorativa, mas hoje em dia se me chamarem de "Lady Gaga" de novo eu irei aceitar como elogio. E não precisa cancelar ele, o Miguel é importante para a história e só estava por um período de auto-aceitação (na verdade ele é little monster).
Além disso, muita coisa mudou em cinco anos. Em 2012, por exemplo, foi o fim do meu mundo. Não que seja importante pra história, mas ninguém morreu, além do amor entre o meu pai e a minha mãe.
Indo para 2015, eu e Miguel fomos colocados na mesma turma. Eu pensava que seria um inferno, mas o excesso de convivência — seis horas por dia, cinco dias da semana. — fez com que virássemos amigos. E, sendo amigos, eu passei a andar com os amigos dele e ele com os meus.
E dentre os amigos dele estava o João, meu ex-marido. E, com quatorze anos, o tempo foi esclarencendo para mim o que eu sentia por ele. Tivemos conversas ainda mais interessantes, trocávamos indicações de livros, séries e músicas. Ficava cada vez mais claro para mim que aquela era uma amizade que eu não iria querer desperdiçar ao fazer a burrada de me declarar. Na minha cabeça, fazia muito sentido que eu deixasse tudo como estava: e se ele não sentisse o mesmo? E se não durar? Meu pai nunca que iria deixar mesmo.
No Ensino Médio, cada um seguiu seu caminho e foi para uma escola diferente. Em estados diferentes, inclusive. Mas, no fundo, eu acho que sempre haverá uma parte de mim esperando pelo universo fazer uma forcinha e nos coloquar frente à frente mais uma vez, ainda que para trocar mais indicações de cantores e seriados. E depois da faculdade, de preferência.
Soquinho no cotovelo e <3
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2020.07.03 04:53 rhaissabaruc O DIA QUE A NAMORADA DO MEU IRMÃO ME FEZ ENTRAR EM TRABALHO DE PARTO ANTECIPADO DE RAIVA!!!!!!A história é longa mas vale muito a pena.

É o seguinte turma, só para contextualizar, meu irmão mais velho namorava essa menina a uns 6 anos na época. Eu e ela nunca nos demos bem pelo motivo de ela ser uma namorada completamente manipuladora e toxica no sentido físico, psicológico e financeiro, uma parasita em níveis que o próprio Alien teria inveja. Meu irmão é um técnico de enfermagem muito doce e inteligente, o que piora tudo pois eu sei o potencial que ele tem, e essa garota o esta empacando na vida, pois ele tem sérios problemas de autoestima e acha que se largar ela, ele não vai mais arranjar ninguém.
Pois bem, eu estava noiva (tinha 24 anos na época, sim tem tempo) e planejando o casamento, o que aconteceu foi que eu descobri que estava gravida (em um carnaval bem louco mais essa é outra história), então eu decidi adiar a cerimônia do casamento pois não queria casar com a barriga grande, então adiamos um ano a data do casamento, a bendita ceifadora de vidas estava convidada até aquele momento, mesmo não gostando dela eu suportava porque meu irmão tinha 28 anos e eu deveria respeitar a decisão dele. Ela morava longe, por isso sempre ia almoçar na nossa casa, que era relativamente próximo da faculdade dela. Neste fatídico dia em questão que ficaram conhecidos na minha família como o dia que a “Pôia” (forma carinhosa que eu a chamava) surtou pela primeira vez, chegou em nossa casa e eu estava com 8 meses de gestação, era uma segunda feira e eu estava fazendo um bolo de chocolate para o meu irmão mais novo. Pois bem, ela chegou, almoçou e perguntou para o meu irmão (seu namorado) se não íamos cortar o bolo. Eu ouvi e disse: - “O bolo é para o “Pedro”. Na hora eu vi que ela não gostou, mas não me importei e continuei a fazer o que eu estava. Depois de alguns minutos eu ouço o peixe-bolha das profundezas do tártaro gritando com o meu irmão mais velho, eu vou até a sala e eu digo: “ Olha aqui garota, o bolo é meu, se eu quiser eu taco ele na parede e não te dou”. Volto para o meu quarto, e ouço ela berrar e sair cantando pneu pela rua. O que eu só fui saber mais tarde foi que, ela e meu irmão mais velho foram buscar a senhora diva da casa, minha mãe e essa garota fez um drama enorme para minha mãe ao ponto de chorar e dizer que eu a humilhei e ameacei tacar o bolo na cara dela. Quando minha mãe chega em casa, vem falar comigo e é aí que o bicho pegou, pois seria algo fácil de ser resolver certo? Mas eu estava gravida. Com os hormônios frenéticos em cada célula do meu lindo corpo de gestante. Resultado? Eu briguei com o meu irmão, que brigou comigo, que fez minha mãe brigar com nos dois e meu pai chegou e brigou com nós 3. Quase não dormi aquela noite e tanta raiva, minha bolsa estourou no dia seguinte pela manhã, entrei em trabalho de parto 15 dias antes e segundo a minha médica, sim foi o estresse pois a minha pressão estava muito alta. No dia que eu voltei para a casa do hospital com minha filha recém-nascida, esse filhote de cruz credo com rato-toupeira-pelado teve a audácia de entrar no meu quarto com a mãe dela, sem bater em quanto eu amamentava. Eu fui logo levantando e mandando aos berros que ela saísse, no final eu entreguei minha filha para o meu agora marido e expulsei ela e a mãe dela do quarto pelo braço, falei tudo o que estava instalado, inclusive das vezes que ela bateu no meu irmão, fez chantagem emocional para ele comprar coisas para ela, fez ele fazer trabalhos da faculdade dela, maltratou minha mãe e o melhor falei de todas as traições dela. Ela ficou roxa de tanta vergonha por eu expor ela na frente da mãe dela e do meus pais e a cereja do bolo de merda foi ela peidar, sim ela liberou gases pelo seu orifício anal, na frente de todo mundo na bela sala de estar da minha mãe. E não foi um peido simples e discreto, foi daqueles graves e molhados. A situação foi tão bizarra que ninguém riu, só ficamos lá olhando para ela até que a mãe dela disse: “ (falou o nome da cara da forma de fazer o capeta), você quer ir no banheiro?”. Minha mãe já emendou falando que ela e a mãe deveriam ir embora. Eu me casei alguns meses depois ao ocorrido e meu irmão só foi para a cerimônia, não foi para a festa. Infelizmente meu irmão ainda está com esse elefante-marinho do Sul até hoje, mas eu nunca mais a vi, já que ela está banida da casa dos meus pais. Fim!
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2020.06.17 22:01 sugaeuteamo O dia que quase deu polícia na casa da minha vó

Olá Matheus, Luiz, tuxo, turma, donas da casa (gatas) e interlocutor Luba que está a ver, convidado que não tem.
Eu sempre pensei em escrever essa história, e sempre me deu preguiça, mas como não tenho nada para fazer resolvi escrever ela, perdão se tiver algum erro e que eu estou acostumada em escreve só uma inglês. Tudo aconteceu na copa e 2014 onde minha tia surrou o marido e a cunhada dela. Mas antes que eu conte o fato em si, devo contar o motivo desse apocalipse na casa da minha vó. Minha tia tinha três anos de casada com esse cara que era dez anos mais novo que ela e isso estava tudo bem porém o que não estava bem era o fato dele ser um tremendo FDP porque ele traía minha tia com várias mulheres, acho que minha tia tinha tanto chifre quanto o Jean, o pior e que todo mundo sabia menos, é claro, a minha tia. Nessa época eu fui à um barzinho com uma galera da faculdade para beber em comemoração aos meus dezoito anos (Sério, fazer dezoito anos não é nada especial) a noite não podia ser melhor até que em uma determinada hora eu falei que ia ao banheiro e no caminho qual não foi minha surpresa ao encontra o marido da minha tia sentado na parte aberta do bar, bom eu como uma menina que ainda tinha esperança pensei. “Pode ser que ele esteja com minha tia.” Ledo engano, ele tanto não estava com ela como a pessoa que estava com ele era quem eu menos esperava, a mulher do meu tio (cunhada da minha tia traída) que tinha nada mais nada menos que dezessete Fuck anos de casada com meu tio, ele estava sozinho na mesa e ela chegou já beijando ele, pareciam bem íntimos o que me fez pensar que eles já tinha um tempo fazendo isso. Fiquei tão surpresa que passou até a vontade de mijar, voltei para mesa e dei uma desculpa qualquer para sair dali antes que eles me vissem. Naquele dia pensei o que devia fazer, ficar calada? Contar tudo? Poxa o casamento do meu tio com a mulher que eu chamava de tia era um exemplo para mim e o pior, ela era missionária, que moral ela tinha para dá sermão nos outros. Isso aconteceu em fevereiro que é o mês do meu niver, e agora já era dia doze de junho primeiro jogo do Brasil, eu sei a data tão precisamente por que minha vó faria aniversário dia treze de junho e os seus filhos decidiram fazer um almoço em família e convenientemente assistir o jogo na casa dela. Todos começaram a chegar e como eu moro há quatro casas da minha vó não estava com pressa, principalmente por saber que aqueles adúlteros estariam lá. Já era onze horas da manhã e eu tinha que ir, minha vó me bateria se eu não fosse, ao chegar lá vejo o meu tio conversando e rindo com o traíra e minha tia em uma roda de conversa respirando o mesmo ar que a crente do c* quente. Aquilo me deu uma raiva. Todo mundo já tinha almoçado e alguns tios, tias e primos estavam bebendo na parte de fora da casa, estava quase na hora do jogo e tudo parecia tranquilo todos estavam rindo, até que minha tia que já estava um pouco alta ,pelo álcool, levanta e vai para dentro da casa. Não demorou nem dez minutos e todos escutam estrondo de coisas caindo no chão e gritos, o que fez todos entrarem para dentro da casa. Lá encontramos a seginte cena, minha tia segurando com as duas mãos nos cabelos da cunhada dela e o traíra segurando minha tia pedindo calma. Não dava para escutar o que eles falavam era muita gritaria e palavrões, minha tia e professora de judô então ela se atracou com a mulher e depois pegou os dois de uma forma surreal ela parecia um polvo, seria engraçado se não tivesse sido tão desesperador na hora. Só sei que a briga durou uns trinta minutos. Sério uma professora de judô traída com álcool no sangue é assustadora, foi preciso quatro homens para segurar ela, parecia despacho de macumba quando o espírito desse. Minha vó começou a mandar todo mundo embora, por que avizinhas que assistem BBB estavam bisoiando pela janela e elas eram problemática, já chamaram a polícia para meu pai... Mas isso é outra história. Depois do show todos foram embora, ficou apenas a minha tia traída, meus pais, minha vó e eu, aí sim, ela desabou no choro e contou o que aconteceu, ela viu os adúlteros se acariciando e marcando de se encontrarei, tinha mais coisa mas parecia que minha tia não queria lembrar. Bom o que aconteceu depois dessa briga foi que minha tia se separou, vendeu a casa dela e foi para o Uruguai morar perto do filho dela e lá ela se casou ano passado com um pai de um aluno dela, meu tio perdoou a mulher dele mas uns meses depois descobriu que ela estava gravida e meu tio fez vasectomia, então ele se separou dela um ano depois do acontecido. Minha tia não falou com meu tio durante dois anos por ele ter perdoado a mulher dele. É essa é a história de um dos barracos que teve na minha família, tenho alguns outro que deu até polícia, e putros que o cara pulou o muro da minha casa pelado... (minha família e a vizinhança é barraqueira) mas deixa para uma próxima turma-feira, assim sobra conteúdo para os próximos vídeos. Beijos 
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2020.05.31 02:16 Average_simian Como vocês lidam com a perspectiva de nunca conseguir encontrar o amor?

Sou um homem de 24 anos e me considero uma pessoa emocionalmente madura. Material e profissionalmente sigo melhorando gradualmente, mas ainda tenho um longo caminho pela frente. Em 2018 conclui minha graduação em História, mas a escolha não se mostrou muito promissora. Atualmente estou me organizando para uma nova graduação em uma área que possa proporcionar maior estabilidade e onde eu trabalhe menos. Tenho meus hobbies, bons amigos e saúde. Em suma, levo uma vida relativamente boa, tirando um ou outro problema que aflige qualquer ser humano, mas sempre dou um jeito de contornar e seguir em frente. Só tem uma coisa que realmente me incomoda e têm ocupado boa parte das minha reflexões recentes: a vontade que tenho de ter um parceiro romântico.

Já tive alguns webnamoros quando era mais jovem, mas devido a distancia e falta de maturidade na época, eles não levaram a nada. Na época de escola fiquei com algumas poucas meninas e tive meus amores platônicos, mas também nunca deu em nada. Só em 2014 que fui ter meu primeiro relacionamento sério e que durou pouco mais de um ano. Foi um relacionamento difícil e que fez com que eu amadurecesse muito. Ela era uma pessoa que tinha muita dificuldade de demonstrar afeto, e eu ficava cobrando atenção. Esta dinâmica dela ficar fugindo e eu ficar cobrando acabou ficando insustentável e ela resolveu terminar. No primeiro ano do término eu sofri muito e culpei ela pelo fracasso de nossa relação, mas com o tempo fui assimilando que nossas diferenças eram inconciliáveis, e que seria impossível e errado querer mudar o jeito dela de ser. Ela era ausente não só comigo, mas com todo mundo. E eu precisei reconhecer que gosto de parceiros românticos que são mais carinhosos e sensíveis.

Depois deste namoro me relacionei com outras garotas, e cheguei bem próximo de namorar duas delas. A primeira era uma amiga de longa data que conheci pela internet, e morava não tão longe de mim. Durante alguns meses a gente conversou muito e passei alguns dias na casa dela e ela alguns dias na minha. A gente se deu muito bem, e o fator de nossa amizade de longa data acabou fortalecendo ainda mais nosso laço. No horizonte eu via a possibilidade dela vir fazer a faculdade dela na minha cidade. O único porém é que ela ainda tinha assuntos mal resolvidos com o ex dela. Não demorou muito para eu perceber que ela estava dividida entre nós dois, e nesta balança o coração dela pesava muito mais pro lado do outro rapaz. Me retirei pra evitar de me magoar, mas até hoje somos bons amigos.

A segunda garota com quem eu poderia ter tido uma relação foi apresentada por meio de amigos em comum, e ela demonstrou interesse por mim depois de algumas vezes que a gente se encontrou. Ficamos por algumas semanas e logo eu joguei um balde de água fria entre nós. Por mais que ela fosse legal e tivéssemos muitas coisas em comum, eu não conseguia sentir atração física por ela. Até tentei contornar a situação, mas ficou evidente que não ia dar certo. Ainda não sei dizer o quão problemático é deixar a aparência ofuscar uma personalidade que gostei tanto. Mas tendo a pensar que é normal, cada ser humano tem suas preferencias. Não acho certo me manter em uma relação onde não consigo sentir prazer físico com a pessoa.

Enfim, contei toda esta história para poder ilustrar como acho difícil encontrar um parceiro romântico com quem eu realmente combine e dê certo. Já tive relação com alguém que não tinha a personalidade compatível comigo, com gente que combinava, mas já havia encontrado o amor em outro, e com uma pessoa que se encaixava em quase todos os aspectos, só que fisicamente não houve "química". Por mais que minha vida esteja encaminhada em outros campos, sinto que romanticamente eu nunca consiga avançar. Talvez eu nunca vá encontrar alguém para construir uma vida ao meu lado. Sinto que muita gente entra em relacionamentos por carência, e a relação acaba trazendo só dor em ambos. Também vejo gente que encontra sua "alma gêmea", e mesmo aos trancos e barrancos consegue ser feliz. Acredito que encontrar alguém que realmente combine e dê certo contigo seja pura questão de sorte, e que nem todo mundo vai ser feliz no amor.

Evidente que vou manter o coração aberto para novas oportunidades, mas a ideia de que nunca vou encontrar alguém já não me assombra mais. Como diria o saudoso Zé Ramalho: "Quem tem amor na vida, tem sorte". O que pensam sobre o assunto? Como vocês encaram a possibilidade de nunca encontrar o amor?
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2020.04.06 04:03 dianatschay Solidão

Eu nem sei por onde começar isso aqui. Tenho 20 anos e tenho depressão clínica diagnosticada desde os 11. Tomo medicação desde os 12, hoje tomo cerca 10 comprimidos por dia só de antidepressivo e ansiolítico, devido a esse tratamento a longa data, sou quimicamente dependente de clonazepan. Como isso se apresentou na minha vida desde novinha (eu não tinha nem tido a primeira menstruação), não consegui “aprender” como me socializar, desenvolver e manter qualquer tipo de relacionamento (amigável ou amoroso), sempre tive a autoestima muito baixa, sempre foi eu por mim. Creio que na adolescência (a partir dos 13) foi o período mais difícil, além da autoestima baixa, tive problemas com acne e o meu biotipo não se encaixa nos padrões estéticos. E lá veio o bullying... Tive muita dificuldade em fazer amizades em detrimento de tudo isso... Na época eu gostaria de ser igual as outras meninas, gostaria da aprovação delxs. Mas os momentos em que eu mais me lembro foram os de automutilação, choro escondido, pensamentos suicidas e autodestrutivos. Minhas experiências adolescentes foram tardias. Hoje estou na faculdade, pouco disso mudou... Ainda tenho a dificuldade em me relacionar com as pessoas, sei fazer amizades mas o difícil é desenvolvê-las e mantê-las, continuo com a minha autoestima praticamente inexistente e a sensação de impotência e substituição lá no alto. Já lidei com tanta rejeição no campo afetivo que sinto que não mereço ser amada, nunca me pedem pra ficar, nunca me pedem pra voltar. Sempre vai ter uma pessoa melhor do que eu... E essa quarentena está sendo um inferno porque eu simplesmente não tenho contato com praticamente ninguém (a não ser pais). Se tive uma conversa, foram com duas pessoas no máximo e fui eu quem iniciei, porque se eu dependesse de iniciativa delas, não haveria conversa. Sou filha única, estou me sentindo muito sozinha e percebo que a minha presença na vida de algumas pessoas é indiferente porque ninguém quer saber como eu estou. Se estou bem, o que estou fazendo. É como se eu tivesse morrido. Meus pensamentos autodestrutivos estão a mil em minha mente e eu acho que vou fazer alguma besteira.
É isso, só queria que alguém soubesse como estou me sentindo. Alguém que tenha depressão clínica tem tido alguma crise por conta dessa quarentena?
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2019.12.17 01:32 lilvalgreen Síndrome do Pânico

Todos sabemos que só existe uma coisa inevitável, a morte. Como você se sentiria pensando nisso 90% do seu tempo?
Essa é a minha realidade, e possivelmente a de muitas outras pessoas. Desde pequeno eu era muito ansioso, isso me atrapalhava mas nada grave, as coisas ficaram realmente ruins no meu primeiro emprego/estágio da vida. Eu havia me tornado Analista de Sistemas em uma empresa nacional muito valorizada, na época considerada a melhor empresa para se trabalhar no meu estado via indicativos de satisfação dos colaboradores registrados pela GPTW (Great Place To Work, ou em português, Grande Lugar Para se Trabalhar).
Sou diabético desde os 3 anos por uma disfunção, isso me faz parar no hospital diversas vezes durante minha infância, meu irmão mais velho também é, então creio que não sofri como ele por ter sido o primeiro. Ao começar no trabalho eu comecei a me sentir um pouco estranho, sofria de pressão baixa e não sabia (provavelmente por causa da diabetes descontrolada), trabalhava em meio ao ar condicionado (na direção dele) e a saída do trabalho era em uma praça muito quente. Eu também trabalhava no 19º andar e creio que toda essa mudança térmica e de altitude culminava em impactos diretos na minha pressão arterial.
Comecei a desenvolver uma certa alergia ao ar condicionado, sentia dores no peito, constantemente meu nariz entupia, sentia um gosto estranho na boca, sentia tontura por causa da pressão baixa, sonolência pois não dormia direito, estagiava pela manhã e de noite ia para faculdade (do outro lado da cidade). Sentindo falta de tempo para ir ao médico, comecei a consultar o "Dr. Google" onde quase todas as pesquisas de sintomas te revelava as piores doenças possíveis (câncer e por aí vai).
Me tornei hipocondríaco, creio que depois disso comecei a sentir coisas que eu nem estava de fato sentindo, era psicológico e cada vez mais eu me convencia que estava morrendo. Ao me abrir com os meus pais eu desabei, disse que pediria demissão, largaria a faculdade e que ia cuidar de mim mesmo. Após muitas conversas e indo contra a vontade de meu pai eu larguei "o estágio dos sonhos", porém continuei na faculdade (eu era bolsista do PROUNI).
Apesar de ir ao médico eu não fazia qualquer tipo de terapia ou visitava o psiquiatra, apenas fiz uma bateria enorme de exames (inclusive neurológicos), até me convencer que eu não estava doente. Porém não fazer terapia tinha sido um erro, pois eu tinha alguns ataques de ansiedade isolado, mas na época ainda não sabia dizer do que se tratava.
2 a 3 meses após deixar o estágio, durante a uma conversa normal com os meus colegas de faculdade eu tive uma crise de estresse misturada com ansiedade que elevou minha pressão do normal dela 10/6 para 19/12. Nesse dia eu quase desmaiei e foi terrível, graças aos meus amigos a Bombeira que trabalha na faculdade me salvou entrando em contato com meus pais e me encaminhando para o Pronto Socorro da Unimed, onde após vários exames cardiológicos fui diagnosticado com um caso de estresse excessivo.
Depois disso minha vida nunca foi a mesma, desenvolvi síndrome do pânico e fui posteriormente diagnosticado com TAG, distúrbio de ansiedade generalizada. Não consegui fazer mais estágios e formei apenas com o tempo de experiência do que fiz (menos de 6 meses).
Depois de formado eu fiquei cerca de 8 meses completamente estagnado, as únicas coisas que eu fazia era tomar meus remédios, jogar e dormir, este ciclo se repetia toda semana. Um belo dia resolvi não tomar mais os remédios e fui diminuindo aos poucos, um mês após largar os remédios tive dengue e naquela semana minhas plaquetas diminuíram de forma considerável, ao cogitar que eu poderia morrer minha vida veio à tona novamente o que resultou em uma grande crise de ansiedade, no final de julho deste ano.
Me senti como na época da síndrome do pânico, talvez um pouco menos pior por ter sido a segunda vez, chorava vários dias me perguntando por quê eu era daquela forma e por quê eu tinha que passar por tudo aquilo. Levei cerca de dois meses e meio para me recuperar parcialmente, a ponto de exercer minhas atividades sem limitações.
Em outubro, um amigo de longa data de meu pai me arranjou um emprego na empresa de Tecnologia dele, para mim eu estava me superando em todos os quesitos, havia mudado meu pensamento e saído do ócio, estava estudando programação feito um louco! Porém ele tinha o perfil de um empresário e não de Recursos Humanos, o problema disso é que ele mesmo fez a entrevista comigo em vez do RH, explicando de forma muito falha a minha função na empresa. Ao chegar para trabalhar me deparei com um serviço aparentemente pesado que envolvia plantões, horários aleatórios para trabalhar e viagens para cidades do interior a serviço de clientes, isso fez com que minha ansiedade saísse completamente do eixo e eu pedi demissão no terceiro dia de trabalho.
Não me arrependo de ter saído, o estresse foi tanto durante esses três dias que tive que suspender a diminuição dos remédios que meu psiquiatra havia recomendado. Me doeu muito o fato de ter pedido conta, me fez lembrar de quando eu pedi conta do meu estágio e o quão decepcionante aquilo foi para mim na época.
Algumas semanas se passaram e conheci uma garota que me seguia a anos no Instagram, ela era de uma igreja próxima ao meu bairro e eu fiquei maravilhado com ela, não só pela beleza mas por tantos projetos sociais que ela participava e a forma que ela se empenhava em estudar. Fui pegando intimidade com ela e quando percebi já conhecia todas as pessoas da casa dela e mais algumas de fora como o cunhado dela, algumas tias e amigos.
Perante a essa paixão minha ansiedade não se conteve novamente e eu acabei dizendo a ela bem precoce que gostava dela, ela parecia ter um certo interesse em mim, mas daqueles de ter uma noite divertida e parar naquilo. O resultado foi um fora que me desestruturou um pouco, eu segui firme participando da igreja e indo com ela em lugares que ambos frequentávamos, como por exemplo o clube. Certo dia falei novamente com ela que gostava dela e ela me revelou que estava disposta a me dar uma chance.
O resumo dessa história foram dois dias que saímos juntos, uma vez para o cinema e outra vez em uma parte histórica da cidade, foi lindo ambas as vezes, minha memória recorda e chega a doer. Parecia tudo ótimo, mas não era bem assim, eu me esforçava para ter a atenção dela, estava sempre fazendo coisas incríveis como bolando presentes feitos a mão, desenhos, textos, poesias, tenho um livro em produção e criei um personagem para ela, a ajudei a fazer trabalhos dela relacionados a tecnologia. Para piorar eu estava criando vinculo com o pessoal da igreja e eu estava sofrendo com ela, pois percebia que as pessoas que criei vinculo, inclusive da família dela me davam mais atenção do que ela própria.
Um dia, após sair com as amigas e me deixar no vácuo, houve uma confraternização na igreja, onde ela mal conversou comigo, ao final chamei ela para fazer algo e ela argumentou que estava cansada. Já estava chateado com a situação e acabei deixando os grupos da igreja, ela me procurou para saber o que se passava e se desculpar pela falta de atenção. Achei ser uma boa oportunidade para expor como eu estava me sentindo com tudo e tentar ver se podíamos melhorar, como ainda não namorávamos eu fui total simples nas palavras e sutil, falei nada que pudesse soar como um compromentimento ou autoridade sobre ela.
Ela levou mais de 14 horas para me responder, e bem, a resposta foi um fora. Eu não estava surpreso com a resposta, porém fiquei arrasado, isso aconteceu ontem no Domingo (15/12/2019), fiquei sem rumo pois sou muito sentimental e não vejo como continuar frequentando a igreja sem alimentar um desejo ou mágoa por ela, fazendo com que aquele alicerce de pessoas que eu estava criando naquele lugar desmoronasse.
Para piorar sou frustrado profissionalmente, por não ter muita experiência em estágios não consegui atuar na minha área, meu pai é uma pessoa que possui certo dinheiro, porém tenho 24 anos e não acho que seja obrigação dele financiar uma faculdade para mim (até por isso estudei para conseguir bolsa na primeira), meu plano seria juntar dinheiro e começar outra faculdade para poder estagiar e adquirir experiência na minha área (não necessáriamente formar no curso, queria experiência do estágio e assim que me tornar um profissional Jr. trancar o curso e partir para uma pós graduação).
Para isso me sujeitei a trabalhar de faz-tudo numa fábrica de camisas, sendo que o final e início de ano são as épocas de maior fluxo de venda da empresa. Estou trabalhando de auxiliar administrativo, estoquista, vendedor, vendedor de e-commerce e as vezes até´mexo com algo de programação. Me sinto infeliz neste lugar, o salário não é bom, as condições de trabalho não são boas e o único benefício é o vale transporte em dinheiro. Sinto grande ansiedade no trabalho, o tempo parece arrastar, o trabalho parecer ser árduo e a fábrica fica em um lugar de classe baixa da cidade, o que me dá uma sensação de insegurança.
Não consigo me desligar no trabalho em casa, nem nos finais de semana, pensamentos da síndrome do pânico me atormentam, penso que um dia meus pais vão morrer, que eu irei morrer e isso fica me martelando de uma forma ruim. Penso na menina, nos poucos momentos bons que tivemos e no que me sujeitei a fazer por ela, penso nos meus amigos da igreja (para piorar a dona da empresa é da igreja e fica tocando músicas da igreja no meu trabalho o que me faz lembrar dela, as pessoas também ficam me dizendo que me viram na igreja ou em fotos da mesma em redes sociais).
Fico me perguntando se o meu problema é trabalhar, se eu não levo jeito para isso e obviamente fico péssimo pensando nisso porque trabalhar é o mínimo da dignidade, todo mundo quer trabalhar para ter seu dinheiro de forma digna (exclui-se meliantes desse comentário). E tudo isso citado me atinge enquanto estou trabalhando.
Meu sonho é ter paz mental, conseguir parar de tomar meus remédios, me tornar um bom profissional sem que o emprego pareceça uma grande tortura (inclusive estudei muito até entrar nesse trabalho para ficar fera no básico de programação front-end), e viver, sem me preocupar tanto em quando e como vou morrer, já que isso é algo natural e sem escapatória, ser independente para me sentir seguro comigo mesmo.
Este é um grande texto, iniciado as 10:00 mas terminado agora, pois me pegaram escrevendo ele no emprego e fui chamado àtenção. Senti a necessidade de colocar minha vida para fora, de alguma forma tenho a necessidade de me expor para as pessoas, não sei de onde desenvolvi isso e acho prejudicial... Mas aqui posso fazer de forma anônima.
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2019.10.10 06:44 pinho07 Como escolher o amor da sua vida? Se é q existe o amor da sua vida...

Estou confuso quanto a começar uma vida amorosa, nunca namorei, mas posso começar em breve, só preciso me decidir. Sei q pode parecer estranho alguém tratar coisas do coração de modo tão racional, como se fosse natural controlar o momento de amar ou não. Considero o namoro um relacionamento muito sério q exige tempo, paciência, maturidade, respeito, etc. Tenho medo de causar sofrimento na outra pessoa por não saber amá-la suficiente ou então criar falsas expectativas ou então me frustar com o término desse relacionamento sendo preterido. No fundo, fico achando nunca ser bom o bastante para o outro, enfim... inúmeros medos bobos. Acredito q a união de dois seres é algo de extrema importância na nossa vida, não q seja imprescindível ou obrigatória para se ter uma vida melhor, mas dessa união podemos dividir o peso da vida e crescer em amor, alegria, paz e harmonia.
Outra coisa q meio q acredito, mas tbm não estou convicto se é verdade, é se temos de fato uma pessoa ideal para vivermos uma experiência afetiva. Alguns dizem alma gêmeas, tampa da panela, outra metade, etc, como se antes de nascermos já estivesse "escrito nas estrelas" q teremos uma pessoa q está em algum lugar do universo e no momento mais apropriado iremos nos encontrar e a mágica vai acontecer. Meio q acredito nisso pq pra mim é fato q acontece com muitas pessoas ao se ver "um certo alguém" ter sensações marcantes, aparentemente inexplicáveis, tendo o coração batendo mais forte. Uns dizem q é química, outros q é afinidade magnética, outros q são relações advindas de vidas passadas. O famoso "amor a primeira vista". Dentro dessa lógica imagino q pra ser uma união legítima deve haver reciprocidade, tenho q perceber ou sentir q o outro naturalmente tbm sente algo diferente por mim.
Mas tbm entendo q talvez toda essa história seja uma distorção romântica das relações humanas, afinal não temos como precisar ao certo todos os níveis do envolvimento emocional, existem heurísticas, vieses, circunstâncias q manipulam nossas sensações. Quantos casos existem de casais q juravam ser par perfeito e depois se desiludiram ou o contrário, pessoas q a princípio nunca se imaginaram juntas e depois passam a viver "felizes para sempre".
Diante disso, quando me sinto atraído por alguém interpreto q não necessariamente isso quer dizer ser preciso um envolvimento amoroso mais sério, busco controlar meus sentimentos e mesmo estando interessado procuro não demonstrar. Espero o tempo passar pra saber se realmente gosto da pessoa, busco conhecê-la melhor, quero ter a certeza de não ser "fogo de palha" ou uma paixonite de adolescente.
Diante de tudo isso, fico na dúvida: será q se começar a namorar com tal pessoa estarei namorando com a pessoa certa na minha vida? Ou será q tenho q esperar mais um pouco? Na escala de 1 a 10 da reação química ideal entre dois seres talvez essa pessoa q acho ser a pessoa certa está no nível 9, pode acontecer de na semana seguinte encontrar outra q está no nível 10 ou seria 9,9? Esse jogo do amor é perigoso, parece q funciona na tentativa e erro, não quero crer na maldosa frase "enquanto não encontro a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas".
Estou num dilema, há mais de um ano tive um encontro fortuito com uma menina bem reservada da faculdade, trocamos olhares e conversas, e me senti muito impactado e atraído por ela. Juro q desde então nunca mais deixei de pensar nela, acho q em todos os dias. Peguei o contato dela, depois disso tivemos conversas esparsas pelo zap, temos muita afinidade de ideias e até chegamos a nos encontrar em alguns finais de eventos q curtimos em comum, mas como já era tarde da noite e o ambiente tumultuado só ficamos nos abraços e sorrisos. Na faculdade é difícil nos vermos e quando isso acontece é sempre corrido, estudamos de noite e os horários não batem pq somos de cursos diferentes. Eu tbm meio q fujo dela, ando pelos corredores evitando encontrá-la, pq não saberia como reagir. Não gosto de estender muito as conversas, pq perco um pouco do controle quando a vejo, fico pálido e me dá taquicardia, não gostaria de demonstrar às claras meus sentimentos. Na vdd, nem conheço ela direito, isso td pode ser fantasia da minha cabeça, devaneios pretensiosos, às vezes ela só me trata como um amigo distante, apesar de já ter me surpreendido com uma demonstrações de carinho fora da faculdade por meio de um bilhetinho escrito a mão q ela pediu q outra pessoa me entregasse. Somos de bairros distantes dentro da mesma cidade e eu presumo ela não quer compromisso nesse atual momento de sua vida. Por enquanto não revelo meu amor carnal, fico no platônico enquanto os medos bobos não vão embora.
Pra apimentar a história, surge um outro alguém, uma amiga de longa data q sempre achei delicada, bonita e singela, mas como ela era alguns anos mais velha q eu, acho q 2 anos, não me imaginei namorar com ela. Ela hj está mais madura e bem mais próxima de mim. Quando nos encontramos percebo o acanhamento dela, mas nas msgs suas carinhas de emojis são sempre afetuosas comigo. No pouco q ficamos juntos ela já me contou da sua vida pessoal, do seu ex-namorado, dos seus planos e incertezas. Ela é bem mais aberta comigo do q a outra, isso tbm se deve pq já nos conhecemos a mais tempo. Meu coração tbm diz q talvez podemos namorar, mas não tive aquele amor a primeira vista como foi com a outra. Sou sempre cordial e amigo com elas, evito entrar em assunto mais voltado quanto aos meus sentimentos por elas. Só q nesse último mês estou sendo impelido a me manifestar.
Aff... pq eu não me resolvo quanto a isso?
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2019.08.04 02:09 Fontenele71 +Dicas para lidar com carência e apego rápido?

Antes de mais nada, desculpa pelo long post. Queria fazer também um desabafo e dar um pouco de contexto à situação.
Essa é a primeira vez que faço um post do tipo no reddit e me senti encorajado a postar aqui por ter visto muitas respostas positivas em posts do tipo. Não sei bem por onde começar, mas tenho 21 anos, sou homem, tenho problemas de auto estima principalmente em relação ao meu corpo (sou muito magro) e comecei a me relacionar com garotas há apenas 2 anos, quando perdi o bv. Não sou muito de ir em festas, mas gosto de sair com amigos, sou bem tímido e a maioria das meninas com quem fiquei até hoje eu comecei conversando pela internet, onde também não rola esse sucesso todo. O meu maior problema é, na verdade, algo que sempre acontece: Se eu noto interesse por parte de uma garota eu começo a conversar ela diariamente até marcar o encontro, marco de sair e a gente fica e eu fico super feliz... até o dia seguinte, quando percebo que to pensando nela o tempo inteiro e mal posso esperar pelo próximo encontro. A gente continua conversando e, eventualmente, ela menciona algum amigo com quem vai sair ou que vai na casa dela e vice versa e começo a ficar extremamente triste imaginando diversos cenários deles juntos, a ponto de não conseguir me concentrar nos meus estudos. Quando eu paro pra pensar, eu sei que não tem sentido ficar assim, pois eu mal conheço a pessoa e sei que ela tem o direito de ficar com outros rapazes. Eu não fico cobrando nada, tento dar espaço pra ela, tento dar uma de desapegado e não mandar mensagem várias vezes por dia (até porque ela some direto e só responde horas depois, o que btw não me incomodava nada antes de a gente ficar, mas agora me mata bem devagar), mas tudo isso me corrói muito, eu fico com dor no peito o dia inteiro. Como eu disse, isso sempre acontece e a razão de estar postando isso agora é, obviamente, por estar passando por isso mais uma vez. Conheci essa mina bem aleatoriamente no instagram pela página da faculdade e ela mesma pediu meu número e marcou de sair, mas cancelou e remarcou pelo menos umas 3x antes de a gente, finalmente, conseguir se encontrar. O encontro foi legal, a gente ficou e ela disse no final que gostou e que devíamos marcar outro rolê. Tentei marcar outro rolê dois dias depois, mas ela falou que não podia pois precisaria ajudar um amigo com a mudança e que, possivelmente, dormiria lá. Só de ouvir isso já criei mil pensamentos negativos do que "realmente" iria acontecer por lá e me coloquei extremamente pra baixo. Não só isso, mas ela também não sugeriu outra data, então fiquei ainda mais bolado. Eu até consigo me manter ocupado na maioria dos dias pra não ficar pensando nela o tempo todo, mas no final do dia sempre fico naquela expectativa de ela mandar mensagem, falar alguma coisa, lembrar de mim. Então, veio por meio deste perguntar pra vocês: Já foram assim, é só uma fase? O que e como fizeram para melhorar? O que eu posso fazer agora pra me sentir melhor?
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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2017.08.19 03:07 hidantachi Vida e Indecisões.

Queria ter alguém com quem conversar, mas isso parece impossível. Não tenho ninguém para realmente chamar de amigo, meus "parsas" hoje também estão só na correria, cada dia que passa ficamos ainda mais distantes. Não tenho namorada e não me sinto a vontade para conversar com minha família, eu simplesmente falo com eles e é como se eu estivesse conversando com uma porta, mas acho que uma porta ainda prestaria mais atenção. Nessa semana comecei a trabalhar. Primeiro estágio, finalmente vou ter uma independência financeira dos meus pais, vou poder ir ao cinema com mais frequência e comprar um console ou um pc gamer ao longo dos meses (se tudo der certo, é claro). Estou muito animado, era o meu objetivo a algum tempo.
Mas nada vem tão tranquilo assim. Devido as greves, o calendário da faculdade está muito atrasado. Estou na reta final de período, acabei tendo muitas dificuldades e estou com grande risco de tomar dp em 3 matérias, agora com o começo do estágio, vou ter menos tempo para estudar, mas isso é o de menos.
Essa semana foi praticamente só correndo atras da papelada e resolvendo problemas do emprego, acabei que não estudei nada para uma prova e acabei me ferrando. Tinha um trabalho em grupo, não teve pior data para cair a apresentação do que hoje. Fiz praticamente todo o trabalho sozinho, pesquisei tudo, escrevi o artigo enquanto minha parceira não fazia nada (como sempre), desde o começo da faculdade só fiz trabalhos com ela, pq? Essa menina, Y, explicarei mais tarde. Y sabia que eu estava correndo nessa semana, ela não se ofereceu em nenhum momento para me ajudar, sempre com preguiça e lerda para fazer as coisas. Pedi para ela corrigir um erro que cometi no artigo e ela simplesmente nada fez, pedi para ela montar a apresentação e fez uma merda, deixou para editar quase tudo aulas antes do horário. Se fosse para ser de qualquer jeito eu mesmo tinha feito. No final, a apresentação foi uma merda, fiquei apertado em mais uma matéria.
Agora, o problema é Y. Ela é meio atrasada, pensa pequeno, maioria das vezes com papo de ensino fundamental. Mas eu gosto muito dela, mesmo ela sendo assim, no fundo, mas bem fundo ela se esforça para aprender. Y foi a primeira garota com quem quis ir ao cinema comigo (ela que me convidou ainda), sempre que estou ao lado dela me sinto tranquilo, todo dia depois da aula fico conversando até ela ir embora. Gosto muito dela, as vezes quero ser mais que amigos mas o problema é que somos colegas de sala e como eu já disse, ela pensa pequeno. Ao mesmo tempo que quero ela, me vem o pensamento que não quero uma pessoa que vai me atrasar. Sempre penso em me declarar, Y foi uma das poucas pessoas que se aproximou de mim não por interesse, mas sim pq quis. Estou nessa encruzilhada.
Perdão se o texto estiver muito confuso, não sou bom em me expressar. Queria apenas desabafar, soltar o que está entalado na garganta.
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